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domingo, 12 de abril de 2020

POLÍCIA MILITAR DE CAMOCIM REALIZA DISTRIBUIÇÃO DE CESTAS BÁSICAS PARA FAMÍLIAS NECESSITADAS



POLÍCIA MILITAR DE CAMOCIM REALIZA DISTRIBUIÇÃO DE CESTAS BÁSICAS PARA FAMÍLIAS NECESSITADAS

Graças a Deus mais algumas famílias terão uma Semana Santa com alimentos para saciar a fome. Mais uma vez a Polícia Militar realizou a distribuição de cestas básicas no prédio do quartel da PM aqui em Camocim. As cestas foram uma doação feita de coração por um empresário do ramo da construção civil aqui de nossa cidade que não quis ser identificado e que em parceria com a Polícia Militar realizou as distribuições para as famílias necessitadas de nossa cidade. A entrega das cestas aconteceu às 16h desta sexta-feira, 10, no quartel da PM. Vale ressaltar que cerca de uma tonelada de alimentos já foram arrecadados e distribuídos pela Polícia Militar nas últimas duas semanas.
Lembrando que para evitar aglomeração as distribuições foram feitas individualmente e que só nos juntamos para tirar a foto oficial. 

"As mãos que fazem valem mais que os lábios que rezam." (Madre Teresa de Calcutá)  

sexta-feira, 7 de julho de 2017

29/07/2013 15h21 - Atualizado em 29/07/2013 15h21 Declaração do Papa Francisco sobre gays gera reações

29/07/2013 15h21 - Atualizado em 29/07/2013 15h21

Declaração do Papa Francisco sobre gays gera reações

'Quem sou eu para julgar os gays, questionou-se o pontífice.
Para ativista gay, houve mudança de 'estilo', mas não de 'conteúdo'.

Da AFP
As declarações do Papa Francisco, que nesta segunda-feira (29) manifestou sua tolerância em relação aos homossexuais na Igreja Católica, ao questionar diante de jornalistas "Quem sou eu para julgar os gays?", geraram reações de militantes e representantes de organizações dos direitos dos homossexuais.
"Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?", afirmou o Papa durante a entrevista concedida aos jornalistas que o acompanhavam no voo de volta à Itália depois da visita de uma semana ao Brasil, surpreendendo boa parte dos vaticanistas presentes.
"As palavras pronunciadas pelo Papa são muito importantes do ponto de vista do estilo, porque, depois de tantos anos de insultos lançados pela Igreja Católica, se reconhece que não devem discriminar ou marginalizar essas pessoas", declarou Aurelio Mancuso, presidente do Equality Italia, católico e representante do movimento homossexual italiano.
O primeiro Papa latino-americano, que durante sua permanência no Brasil evitou falar de temas delicados como aborto e casamento gay, enfatizou em pleno voo que "o catecismo da Igreja Católica explica de forma muito bonita" o tema da homossexualidade.
"Diz que não se deve marginalizar estas pessoas por isso. É preciso integrá-las à sociedade", comentou Francisco.
"O problema não é que haja esta tendência, e sim a formação de um lobby. Esse é o assunto mais grave para mim", acrescentou o Papa ao responder a uma pergunta de um jornalista sobre as denúncias a respeito da existência de um lobby gay dentro do Vaticano.
Especialistas apontam para um grupo de pressão que estaria conspirando para ter acesso a cargos de poder.
"Nenhum lobby é bom", declarou o Papa ainda.
"O problema não é essa orientação. Devemos ser irmãos. O problema é fazer lobby por essa orientação, ou lobbies de pessoas invejosas, lobbies políticos, lobbies maçônicos, tantos lobbies. Esse é o pior problema", enfatizou.
A pergunta feita ao Papa referia-se ao "escandaloso caso de amor" entre o monsenhor Battista Ricca, nomeado pelo Papa Francisco recentemente para um cargo estratégico no banco do Vaticano, e um capitão da guarda suíça, um caso do passado que, segundo Francisco, não era de seu conhecimento.
Amável e bem-humorado, Francisco respondeu às perguntas sem se esquivar, mas levando algum tempo para pensar bem em cada uma das respostas.
Para Mancuso, no entanto, a referência ao catecismo universal, que não condena a orientação homossexual e sim os atos homossexuais como pecaminosos, obriga os gays à castidade, "sem vida afetiva ou sexual".
"Nada de novo do Vaticano, apenas uma mudança de estilo. A substância continua sendo a mesma", lamentou.
A declaração de Francisco foi feita na primeira entrevista coletiva à imprensa desde que foi eleito em março ao trono de Pedro, e foi concedida depois de sua histórica visita ao Rio de Janeiro em ocasião da Jornada Mundial da Juventude.
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Papa Francisco pede nova atitude da Igreja com os filhos de homossexuais

France Presse
04/01/2014 19h55 - Atualizado em 04/01/2014 21h40

Papa Francisco pede nova atitude da Igreja com os filhos de homossexuais

Papa alertou sobre atitude que pode 'inocular uma vacina contra a fé'.
Em 2013, revista gay elegeu Francisco a personalidade mais influente.

Da France Presse
Papa falou sobre jesuítas (Foto: Alessandro Bianchi/Reuters)Papa Francisco (Foto: Alessandro Bianchi/Reuters)
O Papa Francisco pediu à Igreja católica em discurso divulgado neste sábado (4) para reconsiderar sua postura com os filhos de casais homossexuais e de pais divorciados, alertando sobre uma atitude que pode se reverter em algo equivalente a "inocular uma vacina contra a fé".
"Do ponto de vista educacional, os casamentos homossexuais nos lançam desafios que às vezes compreendemos mal", disse o Papa em um discurso à União Internacional de Superiores Gerais, no dia 29 de novembro, cujos trechos foram divulgados na internet pela imprensa italiana apenas neste sábado (4).
"A quantidade de crianças escolarizadas cujos pais estão separados é muito alta", disse, acrescentando que a estrutura familiar está mudando na atualidade. "Lembro do caso de uma menina que, com tristeza, confessou à sua professora: 'a namorada da minha mãe não gosta de mim'".
O papa considerou que os educadores deviam se perguntar "como ensinar o Cristo a uma geração em transformação?" "Temos que cuidar para não lhes administrar uma vacina contra a fé", alertou.
Apesar de a Igreja estar frequentemente em conflito com lésbicas, gays, bissexuais e a comunidade transgênero em relação ao casamento homossexual, as tentativas de abertura do Papa argentino foram apreciadas.
Em julho, o Papa chamou a atenção dos gays ao declarar: "Se alguém é gay e busca o Senhor com sinceridade, quem sou eu para julgá-lo?"
O Papa convocou uma assembleia geral dos bispos para discutir a posição da Igreja em relação à família, na qual deverá ser debatido, entre outros problemas, o dos divorciados que voltaram a casar e o dos filhos de pais separados.
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